Segurança do trabalho · NR-35

Trabalho em altura

Apoio técnico para planejamento, capacitação e controles de segurança em atividades com risco de queda.

Trabalho em altura tratado como parte da prevenção, com foco em risco real, controle e evidência de implantação.

Análise das atividades e condições de trabalhoApoio a procedimentos e permissões quando aplicáveisOrientação sobre sistemas de proteção e EPI
PREVENÇÃO APLICADA

Planejamento antes da exposição à queda

atividades em altura exigem preparação, proteção adequada, registros e trabalhadores capacitados

01

Análise das atividades e condições de trabalho

Análise das atividades e condições de trabalho. O objetivo é transformar a exigência técnica em controle aplicável ao trabalho real.

02

Apoio a procedimentos e permissões quando aplicáveis

Apoio a procedimentos e permissões quando aplicáveis. A evidência é organizada para que o responsável interno consiga acompanhar a execução.

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Orientação sobre sistemas de proteção e EPI

Orientação sobre sistemas de proteção e EPI. Os achados são conectados às medidas preventivas e às prioridades definidas para a operação.

Controle precisa chegar ao trabalho real.

As medidas precisam conversar com o PGR, com as atividades reais e com os responsáveis que acompanharão a prevenção no dia a dia.

QUANDO OLHAR PARA ISSO

Quando a operação exige esse controle

Os sinais abaixo ajudam a identificar situações em que trabalho em altura precisa ser organizado ou revisto dentro da gestão de SST.

SituaçãoO que precisa ser observado
Atividade com risco de quedaEntender atividade, condição e risco antes de definir a medida.
Mudança no método de trabalhoVerificar controles existentes e lacunas de prevenção.
Treinamento ou reciclagemDefinir responsável, evidência e forma de acompanhamento.
Revisão de proteção e procedimentosReavaliar quando a operação mudar ou surgir nova informação.
CONTROLES DE SEGURANÇA

Trabalho em altura transformado em medida de prevenção acompanhável.

O objetivo é deixar claro o que precisa existir na prática, quem acompanha e qual evidência demonstra a execução.

01

Análise das atividades e condições de trabalho
Traduz o requisito em condição observável na operação.

02

Apoio a procedimentos e permissões quando aplicáveis
Relaciona o controle ao risco que ele pretende reduzir.

03

Orientação sobre sistemas de proteção e EPI
Organiza evidência para demonstrar implantação.

04

Apoio a treinamentos, registros e evidências
Define o que deve ser revisto quando a condição mudar.

COMO A AMESTRA CONDUZ

Da análise à implantação

A Amestra parte do trabalho real, estrutura a medida e acompanha a evidência necessária para a prevenção.

01

Levantar

Observamos atividade, risco e controles que já existem.

02

Analisar

Os achados são organizados para definir prioridade e medida adequada.

03

Implantar

Procedimentos, registros, capacitação ou controles previstos são colocados em prática.

04

Verificar

Acompanhamos evidências e mudanças que possam exigir revisão.

ENTREGÁVEIS E RASTREABILIDADE

Evidências que sustentam a prevenção

Registros e evidências ajudam a demonstrar o controle implantado e orientar revisões futuras.

01

Análise das atividades e condições de trabalho

Registro técnico do levantamento realizado, com os achados que fundamentam as decisões deste serviço.

02

Apoio a procedimentos e permissões quando aplicáveis

Entrega organizada dentro do escopo de trabalho em altura, com informação suficiente para continuidade da gestão.

03

Orientação sobre sistemas de proteção e EPI

Entrega organizada dentro do escopo de trabalho em altura, com informação suficiente para continuidade da gestão.

Integração na gestão

Os achados e medidas que alteram riscos ou controles são mantidos coerentes com o PGR e com a gestão preventiva.

NR-35 NA PRÁTICA

Aplicação, capacitação, aptidão, análise de risco e permissão de trabalho.

O trabalho em altura exige preparação antes da execução e registros que demonstrem como a atividade foi autorizada e controlada.

01

Aplicação da NR-35

O primeiro passo é identificar quando a atividade se enquadra e quais condições reais precisam ser controladas.

02

Capacitação inicial e periódica

Os treinamentos aplicáveis devem ser planejados e registrados conforme a necessidade da atividade e da operação.

03

Aptidão no ASO

A aptidão ocupacional para a atividade precisa permanecer coerente com o ASO e com a avaliação médica aplicável.

04

Análise de risco e permissão de trabalho

A análise de risco e a permissão de trabalho, quando aplicável, organizam as condições e os controles antes do início da atividade.

DÚVIDAS FREQUENTES

Trabalho em altura com aplicação prática.

Questões sobre aplicabilidade, controles, registros e integração com o gerenciamento de riscos.

Quando a empresa deve revisar trabalho em altura?+

Sempre que houver mudança relevante na atividade, no risco, no processo ou nos controles que fundamentam essa frente de segurança.

O serviço exige análise da operação real?+

O escopo é definido a partir das atividades e condições efetivamente existentes. Quando necessário, a avaliação inclui levantamento técnico no ambiente de trabalho.

Como as ações ficam registradas?+

As orientações, evidências e pendências são organizadas para que responsáveis e gestores consigam acompanhar a implantação.

Isso precisa estar conectado ao PGR?+

Quando a informação afeta perigos, riscos ou medidas de prevenção, ela deve manter coerência com o gerenciamento de riscos da empresa.

A Amestra acompanha depois da entrega?+

O serviço é conduzido dentro da gestão continuada de SST, permitindo acompanhar pendências e mudanças que afetem o escopo.

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