PGR e documentos técnicos · NR-16

Laudo de periculosidade

Avaliação técnica das atividades e áreas de risco para análise de eventual caracterização de periculosidade.

Laudo de periculosidade construído a partir de escopo técnico, evidências e condições que representem o trabalho avaliado.

Mapeamento das atividades e áreas avaliadasAnálise dos agentes e situações de riscoConferência das condições operacionais
BASE TÉCNICA

Análise das situações de risco acentuado

a avaliação verifica atividades, áreas e condições operacionais que podem demandar caracterização técnica de periculosidade

01

Mapeamento das atividades e áreas avaliadas

Mapeamento das atividades e áreas avaliadas. A análise considera a condição encontrada e as evidências disponíveis para sustentar a conclusão.

02

Análise dos agentes e situações de risco

Análise dos agentes e situações de risco. Quando a avaliação exige medição ou informação complementar, isso é definido no escopo técnico.

03

Conferência das condições operacionais

Conferência das condições operacionais. Os registros utilizados na conclusão ficam organizados para facilitar rastreabilidade e atualização.

Conclusão precisa de fundamento.

A conclusão técnica deve ser coerente com as condições observadas e com os demais documentos que usam essas informações.

QUANDO OLHAR PARA ISSO

Quando essa avaliação técnica precisa ser atualizada

Os sinais abaixo ajudam a identificar situações em que laudo de periculosidade precisa ser organizado ou revisto dentro da gestão de SST.

SituaçãoO que precisa ser observado
Atividade com situação de risco previstaConfirmar a finalidade técnica e o cenário que precisa ser avaliado.
Mudança de processo ou áreaDefinir documentos, observações e medições necessárias.
Revisão de enquadramentoRegistrar evidências que sustentem a conclusão.
Necessidade de evidência técnicaRevisar o documento quando a condição avaliada deixar de representar a operação.
EVIDÊNCIAS DA AVALIAÇÃO

Laudo de periculosidade com evidência suficiente para sustentar a conclusão.

A qualidade técnica depende de uma cadeia coerente entre finalidade, levantamento, evidência e conclusão.

01

Mapeamento das atividades e áreas avaliadas
Reúne informação que fundamenta a análise técnica.

02

Análise dos agentes e situações de risco
Define aprofundamentos necessários para uma conclusão consistente.

03

Conferência das condições operacionais
Mantém evidências rastreáveis no documento e na gestão.

04

Conclusão técnica e recomendações de controle
Conecta a conclusão aos registros que dependem dela.

COMO A AMESTRA CONDUZ

Do levantamento à conclusão técnica

A sequência evita conclusões prontas antes de entender a finalidade e reunir as evidências necessárias.

01

Definir escopo

Alinhamos a finalidade do documento e a condição que precisa ser avaliada.

02

Levantar evidências

Reunimos observações, documentos e medições quando necessárias.

03

Analisar

O profissional responsável interpreta as evidências e critérios aplicáveis.

04

Emitir

A conclusão é documentada e ligada aos registros que utilizam essa informação.

ENTREGÁVEIS E RASTREABILIDADE

O que compõe a entrega

A entrega reúne conclusão e elementos que sustentam tecnicamente a análise realizada.

01

Mapeamento das atividades e áreas avaliadas

Registro técnico do levantamento realizado, com os achados que fundamentam as decisões deste serviço.

02

Análise dos agentes e situações de risco

Registro técnico do levantamento realizado, com os achados que fundamentam as decisões deste serviço.

03

Conferência das condições operacionais

Evidência da conferência realizada e dos pontos que precisam de correção ou confirmação antes da conclusão.

Integração na gestão

A conclusão é relacionada aos documentos e registros que dependem da mesma informação técnica, evitando versões contraditórias.

NR-16

Atividades enquadradas e percentual do adicional.

A avaliação verifica se a atividade real se enquadra nas hipóteses previstas na NR-16 e registra a conclusão técnica.

01

Atividade real

O enquadramento parte das atividades e condições efetivamente existentes, e não apenas do cargo cadastrado.

02

Hipóteses da NR-16

A análise relaciona a atividade aos critérios e anexos aplicáveis da NR-16.

03

Percentual do adicional

Quando houver caracterização, o laudo registra o percentual do adicional aplicável conforme o enquadramento normativo validado.

DÚVIDAS FREQUENTES

Laudo de periculosidade com finalidade técnica clara.

Dúvidas sobre finalidade, levantamento, medição, revisão e relação com outros documentos técnicos.

Qual é a finalidade de laudo de periculosidade?+

O objetivo é produzir uma avaliação técnica compatível com a finalidade do documento, usando informações e evidências relacionadas às condições de trabalho.

É necessário fazer visita técnica?+

Depende do tipo de avaliação e das informações disponíveis. Quando a conclusão exige observação direta ou medição, essa necessidade é prevista no escopo.

Pode haver avaliação quantitativa?+

Quando o agente ou a finalidade técnica exige medição, a necessidade é definida pelo profissional responsável durante a avaliação.

Quando o documento precisa ser revisto?+

Mudanças em processo, ambiente, agente, função ou condição avaliada podem exigir atualização para que o documento continue representando a realidade.

Como esse documento conversa com outros registros de SST?+

As informações técnicas podem sustentar PGR, PPP, eSocial ou outros documentos relacionados, conforme a finalidade e o tipo de avaliação.

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